Na Patagónia, de Bruce Chatwin, e O Papagaio de Flaubert, de Julian Barnes, dois dos primeiros títulos da Quetzal, em 1989. Comprei-os logo, seduzido pelo formato e fascinado pelas capas soberbas de Rogério Petinga. E não me arrependi. O livro de Barnes e uma digressão cheia de espírito pelo criador da Madame Bovary; o de Chatwin é talvez o mais fascinante livro de viagens que me foi dado ler. Voltei a pegar nele, vinte e um anos passados, e o encantamento ressurgiu de imediato.domingo, maio 30, 2010
releituras
Na Patagónia, de Bruce Chatwin, e O Papagaio de Flaubert, de Julian Barnes, dois dos primeiros títulos da Quetzal, em 1989. Comprei-os logo, seduzido pelo formato e fascinado pelas capas soberbas de Rogério Petinga. E não me arrependi. O livro de Barnes e uma digressão cheia de espírito pelo criador da Madame Bovary; o de Chatwin é talvez o mais fascinante livro de viagens que me foi dado ler. Voltei a pegar nele, vinte e um anos passados, e o encantamento ressurgiu de imediato.
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