7. Camilo Pessanha - «Morre-me a boca por beijar a tua.» Camilo Pessanha (Clepsidra)
António Barahona - «Nas minhas mãos o violino alado percorre distâncias incalculáveis no sonho.» (Pássaro-Lyra)
Francisco Alvim - «Encostei meu ombro naquele céu curvo e terno» (Hora)
João de Barros - «Vão, sem destino, errando ao sabor da corrente.» (Algas)
Manuel de Freitas - «Falta-me a técnica, mas tenho o rancor» (Esplanada, Game Over)
Ruy Belo - «A morte é a verdade e a verdade é a morte.» (Quasi Flos, O Problema da Habitação -- Alguns Aspectos)
Sophia de Mello Breyner Andresen - «O corpo a corpo do espaço e da escultura» (Roma, Musa)
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