domingo, julho 05, 2026

101 poetas e um verso só

7. Camilo Pessanha «Morre-me a boca por beijar a tua.»  Camilo Pessanha (Clepsidra)


António Barahona - «Nas minhas mãos o violino alado percorre distâncias incalculáveis no sonho.» (Pássaro-Lyra)

Francisco Alvim - «Encostei meu ombro naquele céu curvo e terno» (Hora)

João de Barros - «Vão, sem destino, errando ao sabor da corrente.» (Algas)

Manuel de Freitas - «Falta-me a técnica, mas tenho o rancor» (Esplanada, Game Over)

Ruy Belo - «A morte é a verdade e a verdade é a morte.» (Quasi Flos, O Problema da Habitação -- Alguns Aspectos)

Sophia de Mello Breyner Andresen - «O corpo a corpo do espaço e da escultura» (Roma, Musa)


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