«Na noite que caía, envolvendo em sombras a figura de mulher que tanta dor exprimira, já mal se distinguiam as feições magoadas por um rictus de sarcasmo e de revolta. A voz embargara-se-lhe, porém, num soluço que não pudera abafar ao proferir as últimas palavras e ao evocar o filho. Interrompeu-a ele nessa altura para tentar acalmá-la:» Ana Paula (1938)
ETERNIDADE: canto de morte e de amor (1)
-
*1. Contrição. **Eternidade*, romance de Ferreira de Castro, publicado em
1933 pela Guimarães – o primeiro na que seria a sua editora de referência
–, te...
Há 18 horas
.jpg)
































































Sem comentários:
Enviar um comentário