Quem me dera que a minha vida fosse um carro de bois
Que vem a chiar, manhãzinha cedo, pela estrada.
E que para de onde veio volta depois
Quase à noitinha pela mesma estrada.
Eu não tinha de ter esperanças -- tinha só que ter rodas...
A minha velhice não tinha rugas nem cabelo branco...
Quando eu já não servia, tiravam-me as rodas
E eu ficava virado e partido no fundo de um barranco.
Poemas de Alberto Caeiro
(edição de António Quadros)
as biografias de Jaime Brasil
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*Victor Hugo* *«**O Século XIX, que nasceu ao fragor das batalhas e sobre
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Há 3 horas
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