Tal como Gramsci e a sua mãe, o único paraíso que concebo situa-se no coração dos meus.
ETERNIDADE: canto de morte e de amor (1)
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*1. Contrição. **Eternidade*, romance de Ferreira de Castro, publicado em
1933 pela Guimarães – o primeiro na que seria a sua editora de referência
–, te...
Há 17 horas
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1 comentário:
Estou, neste momento, a trabalhar no «Mas...» (1921) e vem-me um cheiro a tinta e papel velho mutuamente impregnados por força dos anos, e da força dos caracteres móveis. Este odor recorda-me manhãs e tardes que, há 19 anos, passei na Biblioteca da Ajuda a ler edições da «Gazeta de Lisboa», de 1746 a 1750.
Inspiro repetida e profundamente o livrinho de 100 páginas e chego à conclusão: José Maria Ferreira de Castro e José Freire de Monterroio de Mascarenhas, o mesmo perfume.
(Escrevo aqui, porque, misteriosamente, o pc que utilizo hoje não me permite outra coisa...)
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