sexta-feira, abril 03, 2020

quinta-feira, abril 02, 2020

criador & criatura

Dick Browne e Hagar o Horrível

quarta-feira, abril 01, 2020

«Leitor de BD»

Logo Jornal i
Louisiana : La Couleur du Sang
de Léa Chretien e Gontran Toussaint

segunda-feira, março 30, 2020

«Feel So Different»

alguns elogios

Já pela segunda vez... Sobre aspectos técnicos não me pronuncio; a condução política de António Costa parece-me muito boa. Aliás, as lideranças políticas têm correspondido, e ninguém compreenderia o contrário.
Em relação ao ministro holandês, fez bem em não deixar passar e fê-lo nos termos apropriados, porventura pouco diplomáticos, mas os necessários. A melhor ainda foi a do então presidente grego, por altura do resgate, que perante estas condescendências  e considerações calvinistas veio lembrar que A Grécia era uma civilização ainda os holandeses andavam a abrigar-se em cavernas. Foi bonito de se ouvir.
Mas, até hoje, do que mais gostei em Costa, foi quando, na entrevista à tvi, a propósito do navio de cruzeiro aportado em Lisboa, ter lembrado haver não só alguns milhares de portugueses no estrangeiro com dificuldade para regressar, notando que nestes casos não é cada um por si e salve-se quem puder. 

sábado, março 28, 2020

estampa CCCXCIV - Abel Manta


Jogo de Damas (1927)

quinta-feira, março 26, 2020

terça-feira, março 24, 2020

«Leitor de BD»

O Regresso de Tomahawk Tom
de Vítor Péon

segunda-feira, março 23, 2020

«Desfado»

na estante definitiva

«As nuvens encheram o céu até que começou a cair uma chuva grossa. Nem uma nesga de azul. O vento sacudia as árvores e os homens seminus tremiam. Pingos de água rolavam das folhas e escorriam pelos homens. Sós os burros pareciam não sentir a chuva. Mastigavam o capim que crescia em frente ao armazém. Apesar do temporal os homens continuavam o trabalho. Colodino perguntou:»

A acção decorre provavelmente no tempo presente da narrativa, na Fazenda Fraternidade, município de Ilhéus, estado da Baía.

A insistência na palavra "homens", a dar substrato ao desejo, em dúvida manifestada pelo autor: «Será um romance proletário?» Já não heróis individuais e povo como motivo pitoresco, mas homens, neste caso trabalhadores da fazenda de cacau: Colodino, Antônio Barriguinha, Honório... mais à frente João Grilo. "Fraternidade" o irónico nome da fazenda, tal como o seringal em A Selva , de Ferreira de Castro -- que Jorge Amado lera --, tinha por crisma "Paraíso", como um dichote.

O antagonismo de classes é-nos dado pelas variações sobre o nome do patrão, Manoel Misael de Souza Telles, o "Mané Frajelo" (flagelo), "Mané Miserave Saqueia Tudo", "Merda Mexida Sem Tempero"; pelo confronto entre a casa opulenta do coronel, onde viviam mulher, filha e filho estudante no Rio, «elegante e estúpido», que destratava os trabalhadores; e as choças de barro cobertas de palha  -- «Deus também é pelos ricos...», observa um; e pela extorsão que Mané Frajelo exerce contra os homens que trabalham para si, com a cumplicidade do despenseiro João Vermelho. E depois as contas, três mil e quinhentos (réis?) por dia era a paga a cada um, retirada dos mil contos anuais que Frajelo ganhava com o trabalho destes homens.

E uma personagem sobre a qual cai um mistério, Honório, «Preto, forte, alto, brigão», que o patrão não despedia, apesar da grande dívida contraída no armazém.«Bebia cachaça pelo gargalo da garrafa e jamais foi visto embriagado. Mané Frajelo respeitava-o.»

Jorge Amado, Cacau (1933), ibidem, capítulo I, «Fazenda Fraternidade»,  pp. 19-23. 


sábado, março 21, 2020

estampa CCCXCIII - Anne Brouillard


O Paraíso dos Gatos (2005)

terça-feira, março 17, 2020

«Leitor de BD»

sobre Spirou, de Émile Bravo

sexta-feira, março 13, 2020

estampa CCCXCI - Georges Braque

Violinos e Clarinete numa Mesa (1912)

quinta-feira, março 12, 2020

o Covid 19 da desorientação política

Não se ataca o mal pela raiz por puro medo. A desorientação é total: em Coruche uma escola com um aluno infectado aguarda ordens para encerrar… Em Lisboa, dois navios de cruzeiro despejam centenas de turistas sem qualquer controlo. Mas temos de ouvir apelos à responsabilidade social assistir aos puxões se orelhas aos miúdos que, sem aulas, foram para a praia de Carcavelos num dia estival... É extraordinário 

em tempo: gostei do tom da comunicação ao país de António Costa, do sentido de comunidade que por ela perpassou.

criador & criaturas

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Derib e Buddy Longway & Chinook

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terça-feira, março 10, 2020

«Leitor de BD»

sobre Tarzan, de Hal Foster e Burne Hogarth