«Sigo no barco que sobe o rio. Porém / não sinto que subo o rio: sinto, em vez disso, / que o rio me sobe a mim»
Douro: Pizzicato e Chula (2004) - «Um barco sobe o rio»
conservador-libertário, uns dias liberal, outros reaccionário. um blogue preguiçoso desde 25 de Março de 2005
Segue-se a norma adoptada em Angola e Moçambique, que é a da ortografia decente.
1 comentário:
«Quero eu dizer: mostra-me coisas /
daquelas que se corrompem sem pressa.»
A. M. Pires Cabral, "Cobra-d’água", (2011)
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