Uma vez, em Vila Franca de Xira, numa sessão sobre o romance Emigrantes, de Ferreira de Castro, apareceu o histórico do PCTP/MRPP Arnaldo Matos. Ouviu, atento, e foi o primeiro a aplaudir. Fiquei contente.
errâncias
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*«O *Sr. Not, tão pobre de gestos e expressões como de letras é o seu nome,
aponta, na soleira da porta, um cão ladrando furiosamente para o céu, onde
os...
Há 8 horas
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2 comentários:
Tudo bem. Parece que a criatura que respirava ódio e não hesitava em desejar a execução dos seus adversários guardava alguma sensibilidade lá nas entranhas...
Mas não consigo entender o elogio do PR, ao referir-se-lhe como "defensor ardente da liberdade"...
Enfim, é tanta a vontade de agradar a gregos e troianos...
Foi simpático, ficou-lhe bem, e, em verdade, ninguém leva a mal.
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