segunda-feira, agosto 31, 2015
domingo, agosto 30, 2015
quarta-feira, agosto 05, 2015
segunda-feira, agosto 03, 2015
sábado, agosto 01, 2015
Se tivesse de escolher só uma música
Do terceiro álbum a solo de Jon Anderson, esta faixa deliciosa, a mais prog e também a mais próxima dos Yes, de que ele foi fundador e histórico vocalista.
sexta-feira, julho 31, 2015
terça-feira, julho 28, 2015
segunda-feira, julho 27, 2015
Se tivesse de escolher só uma música
De Night In The Ruts (1979), um dos melhores, ou o melhor álbum dos Aersomith, escolho esta versão, cujo original é dos Yardbirds (Jimmy Page é um dos autores e guitarrista).
O canto de Tyler está directamente proporcional à guitarra gemebunda de Perry, por sua vez à altura da de Page . Tem de ser-se muito bom para tocar assim. Os restantes, Hamilton, Kramer e Withford cumprem briosamente.
O riff é fantástico, o suporte sobre qual se derramam as distorções sensacionais de Perry & Tyler.
Etiquetas:
Aerosmith,
Brad Whitford,
Jimmy Page,
Joe Perry,
Joey Kramer,
Steven Tyler,
The Yardbirds,
Tom Hamilton
sábado, julho 25, 2015
quinta-feira, julho 23, 2015
terça-feira, julho 21, 2015
segunda-feira, julho 20, 2015
sábado, julho 18, 2015
quinta-feira, julho 16, 2015
União Europeia: back to the drawingboard
A interessantíssima entrevista de Varoufakis ao New Statesman, publicada hoje pelo Diário de Notícias, é demonstrativa da toxicidade do Eurogrupo dentro da União Europeia. Não sei se esta ainda recuperará dos danos que lhe foram causados.
A moeda única, pelo menos, está ferida de morte, segundo alguns observadores; quanto ao resto, que é o mais importante, a união política propriamente dita, tudo está mais frágil. Passou-se paulatinamente da cooperação para a desconfiança e o ressentimento. O espírito europeu está moribundo.
Como me parece difícil que as instituições se auto-regenerem, a não ser através de abalos fortes, talvez seja preciso acabar com o Euro (ou repensá-lo profundamente) para que a União Europeia se salve. A evolução da Grécia será determinante, assim como o referendo em Inglaterra sobre a continuidade da sua permanência na UE.
Politicamente, o euro seria uma das coberturas desse edifício que vemos como União Europeia; mas, como muitos têm apontado, e desde há bastante tempo, uma união monetária sem uma união política do tipo federal não funciona. Nas últimas semanas, o tal espírito europeu foi cilindrado; se ele poderá ser ainda reactivado, essa é que é a questão. Porque, ao contrário do que a prática dos eurocratas demonstra, é a política que prevalece sobre tudo, e o tratamento humilhante que foi dado aos governantes gregos e, através deles ao seu povo, talvez em vez de amedrontar franceses, espanhóis, italianos, lhes acicate a repulsa por este domínio frio da Alemanha. Mas enquanto forem partidos como o Syriza ou o Podemos a ganhar, a situação ainda será gerível e civilizada; chegando a vez da Frente Nacional, au revoir União Europeia.
Etiquetas:
Alemanha,
Espanha,
Grécia,
Inglaterra,
Itália,
UE,
Yanis Varoufakis
quarta-feira, julho 15, 2015
Maria de Belém? É Marcelo logo à primeira volta.
Até tenho simpatia por Maria de Belém Roseira, mas não me passaria pela cabeça que pudesse ser candidata a PR.
Apesar de alguns elementos do PS estarem apostados em entregar a Presidência da República a Marcelo, ou até a Rio, ou até a Santana, não acredito que a direcção do partido seja tão fraca ou vá atrás da estupidez.
Subscrever:
Mensagens (Atom)














.jpg)































































