«Que eu vivo à espera dessa noite estranha, / Noite de amor em que me goze e tenha, / ...Lá no fundo do poço em que me espelho!»
Poemas de Deus e do Diabo (1925[26]) - «Narciso»
conservador-libertário, uns dias liberal, outros reaccionário. um blogue preguiçoso desde 25 de Março de 2005
Segue-se a norma adoptada em Angola e Moçambique, que é a da ortografia decente.
1 comentário:
«Sofro, assim, pelo que sou, / Sofro por este chão que aos pés se me pegou, / Sofro por não poder fugir. / Sofro por ter prazer em me acusar e me exibir!»
José Régio, «Poema do Silêncio» De "As Encruzilhadas de Deus" (1936)
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