segunda-feira, junho 15, 2020

estampa CDI - John Atkinson Grimshaw


Um Caminho Iluminado pela Lua com Dois Amantes Próximos dum Portão (1877)

Racismo

Padre António Vieira,
por Candido Portinari
Exceptuando o caso dos ciganos (e que excepção...) e os seis nazis que andam para aí a passear a sua  miséria mental e que serão sempre anulados quando o Estado o quiser fazer, não há em Portugal racismo relativamente a outras etnias. Isto pode estragar a conversa a muita gente que quer ganhar notoriedade à custa de uma clivagem artificial, mas essa é a realidade de quem não se deixa embalar por exaltações adolescentes. O chamado racismo estrutural, expressão arranjada para cobrir o logro intelectual, é económico e classista. Tem que ver com a pobreza e não com a cor da pele. Claro que tudo isto tem muito que se lhe diga, mas nem sou a pessoa indicada nem este é o lugar para.
Já agora, a posição do PCP é lapidar: "Sobre a vandalização do monumento ao Padre António Vieira". O resto é folclore, e do péssimo.

sexta-feira, junho 12, 2020

uma largada de analfabetos nas praças da cidade


Estátua do Padre António Vieira, vandalizada por analfabortos: "Descoloniza", picharam...
certamente o braço armado do mesmo bando de idiotas que se opôs à palavra Descobrimentos. para um museu dos tios.
Oh, as "redes sociais" e a sua estofa de bovinos...
imagem daqui

quarta-feira, junho 10, 2020

«Leitor de BD»

Logo Jornal i
Umbra #1

terça-feira, junho 09, 2020

criadores & criatura


Muñoz, Sampayo e Alack Sinner



domingo, junho 07, 2020

JornaL

António Costa Silva. Parece ter muita uva. Trabalhou um mês sem que  ninguém soubesse, pelo menos cá fora. Por que raio?...

Chega. Polítiquice de taberna, futebóis e bardatelevisão. Uma sondagem dá-lhe 4%. Afinal, bom povo português...

EDP. Mexia e Manso Neto vão passar a trabalhar em casa. É o chamado distanciamento social. Mais que isto, só na prisão.

George Floyd. Morrer assassinado sem se saber imortal.

Machado de Assis. Tradução na Penguin das Memórias Póstumas de Brás Cubas (1881) esgotou em um dia nos Estados Unidos, ou o que tem valor nunca perde validade.

O pirilau de Salazar. Parece que afinal não caiu da cadeira, mas na banheira; mas sempre no forte de Santo António, no Estoril.

Prostituição. Actividade louvável a quem a ela se entrega por opção, muito útil em várias situações. Estou a pensar em quanto vale mais ser puta que, por exemplo, corrector na Bolsa ou escriba em agência de comunicação. Legalização para ontem e já!

Touradas. Um espectáculo soberbo, o motivo é fútil. Confine-se. Mas antes, a caça e a pesca desportiva. Tiros só em batidas às pragas.

Violência. Por vezes não há mesmo alternativa, quando do outro lado só se percebe a linguagem da força. E quando a força da lei está adormecida, há que despertá-la.


terça-feira, junho 02, 2020

«Leitor de BD»

Logo Jornal i
Morris, La Mine d'Or de Dick Digger



segunda-feira, junho 01, 2020

quinta-feira, maio 28, 2020

na estante definitiva

Na correspondência que trocavam, Ferreira de Castro, escrevendo a Jorge Amado após receber  Mar Morto (1936), disse-lhe ser este romance um poema em prosa, no que eu não poderia estar mais de acordo, até pelo sentido épico de que se reveste a luta do homem contra os elementos -- uma épica colectiva, como teria forçosamente de ser. 
«Agora eu quero contar as história da beira do cais da Bahia.», escreve o narrador, como um autor popular vendendo nos mercados a sua literatura de cordel. Sem arrebiques acacianos, o escritor dessacraliza-se: «Vinde ouvir a história de Guma e de Lívia, que é a história do amor no mar. E se ela não vos parecer bela a culpa não é dos homens rudes que a narram. É que a ouvistes da boca de um homem da terra, e dificilmente um homem da terra entende o coração rude dos marinheiros.»
A grande literatura proletária e romântica, de que o autor, aos 24 anos e recém-licenciado no Direito que nunca praticou, se fez veículo.
Uma nota para a capa muito interessante desta minha edição, da autoria de José Ruy, a figuração de Janaína (ou Iemanjá), deusa marítima que colhe o seu tributo...

Jorge Amado, Mar Morto [1936], 4.ª ed. portuguesa, Mem Martins, Publicações Europa-América, s.d. 
data de posse:Junho de 1984

quarta-feira, maio 27, 2020

«Minstrel in the Gallery»

«Leitor de BD»

sobre Duke -- A Última Vez que Rezei,
por Hermann e Yves H.


segunda-feira, maio 25, 2020

estampa CD - Amadeu de Sousa-Cardoso


Composição com Violino (1916)

sábado, maio 23, 2020