segunda-feira, janeiro 30, 2017

"E a tua tia sabes de que tem cara, de puta, sabes o que é, uma mulher tão porca que fode com todos os homens e mesmo que tenha racha para foder deixa que lhe ponha a pila no cu."

Parece que um livro de Valter Hugo Mãe -- autor estimável --, com esta e outras frases, foi considerado apropriado por umas azémolas para ser trabalhado em sala de aula. Eu até posso desconfiar que terá havido quem não passasse das primeiras páginas, posso suspeitar de incompetência. Mas também não me custa a crer na alarvidade de certas criaturas que acham normal que miúdos de treze anos sejam confrontados com esta linguagem. Algumas delas devem até dizer as caralhadas todas à frente dos filhos, ou seja: javardos criados por javardos, que criam javardos, por sua vez. Não admira por isso que o ambiente deste país seja fétido: das tvi's às revistas cor-de-trampa que enxameiam os pontos de venda.

Mas pérola, pérola, é a pergunta dum atraso de vida da TSF a Isabel Alçada, que, justamente, mostra o incómodo com este episódio de barraca: «Questionada pela TSF se esta não é uma posição conservadora», a ex-ministra lá responde, e bem, certamente cheia de paciência e comiseração. Pergunta duplamente estúpida. Em primeiro lugar ,a linguagem que se usa não indica se se é progressista ou conservador. Conheço imensos reaças asneirentos, como progressistas de vocabulário ultrapuritano; ou gente como eu, que diz palavrões com gosto, mas não o faz diante dos filhos ou dos pais. "Hipocrisia", estou já a ouvir alguns. Não; decoro com os mais novos; respeito pelos mais velhos. 
Mas há ainda outro problema na pergunta idiota da TSF, admitindo que ela, pergunta, fosse pertinente e legítima: então quem é 'conservador' tem diminuídos os seus direitos?; só os 'progressistas' (no baço entendimento de quem perguntou) é que têm de ser levados em conta?

arquivo: F - «Fica Mais um Pouco Amor» (Adoniran Barbosa, 1980)

domingo, janeiro 29, 2017

América: o desfile dos horrores

Sem contar com Obama, acho que tenho de recuar a Jimmy Carter para encontrar um presidente decente dos Estados Unidos. Reagan, foi aquela desgraça do reaganomics e o presidente que empurrou os Sandinistas para os braços da URSS, porque aquela testa não concebia outra coisa senão apoiar um ditador anticomunista, mesmo que fosse um ladrão reles e sanguinário. O colapso da União Soviética, esgotada e com pés de barro, era uma questão de tempo, como se viu, quando tudo se esfumou. Bush pai, embora tenha conseguido formar uma coligação de grande significado para reverter a invasão do Koweit por Saddam Hussein, internamente, foi uma anedota. Clinton, com aquele ar de vitelo mas desmamado, além de idiotices como a criação do Kosovo, temos de agradecer-lhe a desregulação do sector bancário de retalho, que viria a descambar na crise de 2008. Uma vergonha. De W., nem vale a pena falar. Trump ainda agora começou; não sei como irá acabar, se irá acabar.  Mas se acabar antes do termo do mandato, significa que, a substituí-lo, ficará aquela aberração do tea party, chamado Pence, tão do agrado do Bible Belt e do Ku-Klux-Klan, talvez ainda mais perigoso. Trump não tem ideologia, é um vendedor de banha-da-cobra, e defenderá tudo e o seu contrário, como é seu hábito. O outro talvez já fie mais fininho. 
Por outro lado, a reacção popular, dos presidentes de câmara e governadores da América civilizada, dos magistrados, são um sinal de esperança. 

50 discos: 5. AMÁLIA RODRIGUES (1962) - #4 «Maria Lisboa»


Justin Trudeau

Um Justin Trudeau, pelo menos, por cada trumpice, e isto ainda será respirável. 

quarta-feira, janeiro 25, 2017

uma boa oportunidade para PCP e Bloco avançarem com a saída de Portugal da Nato

As luminárias que definem a estratégia do PSD, traduzida em vulgar por aquela inenarrável bancada, vão votar ao seu lado, para comprometer a Geringonça. 
Não?...

segunda-feira, janeiro 23, 2017

Quem atentou contra o sentido das palavras, foi contra nós que atentou.
João Camilo

50 discos: 9. OS AFRO SAMBAS (1966) - #4 «Tristeza e Solidão»


domingo, janeiro 22, 2017

"The price of your glory is their suffering"



Silêncio, o último de Scorsese -- desde sempre o meu realizador preferido --, é um filme muito inteligente na forma como aborda o choque cultural decorrente do proselitismo religioso, neste caso católico e cristão. Não li o  livro de Shusako Endo, daí que não saiba em que medida esse mérito será mais ou menos repartido por romancista e cineasta. 
Filme cheio de piedade pelos crentes na nova fé, perseguidos pelo Estado, mostra bem como o espalhar da fé  nas terras de missão podendo ter um ímpeto individual de altruísmo, rapidamente degenerara em lutas com o poder, e pelo poder. Daí que a frase-chave do filme, para mim seja a que o inquisidor lança ao jesuíta Rodrigues: «O preço da vossa [dos missionários] glória é o seu [dos cristãos japoneses] sofrimento.» E o diálogo tenso entre o padre que apostatou e aquele que quisera ir ao Japão para o salvar, física e/ou espiritualmente, é o grande momento do filme.
Claro que, mesmo numa perspectiva histórica, não podemos esquecer que nessa mesma altura, deste lado do globo, os cristãos infligiam tormentos semelhantes aos cristãos-novos, sempre suspeitos de judaizarem secretamente. 

arquivo: I - «It Makes No Difference» (The Band, 1975)

quinta-feira, janeiro 19, 2017

Barack Obama

Quando Obama ganhou as primeiras eleições, escrevi isto. No fim do segundo mandato, escreveria praticamente o mesmo. Na política interna, tanto quanto me é dado ver, foi um extraordinário presidente, pois recebeu o país nas lonas, conseguindo recuperar a economia e o emprego. O que seria se o recebesse numa situação de normalidade... No entanto, os problemas 'raciais' (não há raças humanas...) agravaram-se e o mal-estar de que os analistas têm falado deixa este amargor na véspera de deixar o cargo.
Nunca fui muito optimista, mas estava longe de imaginar que o mundo estaria como está hoje, em grande parte por responsabilidade dos antecessores de Obama, uma vez que não se pode recriminar o presidente cessante por ter querido retirar as tropas americanas do lodaçal iraquiano, crime da administração anterior, contra a qual esteve. Se o acordo com o Irão ou o restabelecimento das relações diplomáticas com Cuba, para além da execução do bin Laden, são feitos assinaláveis, não escondo que me desapontou a sua moleza diante do governo radical israelita, no que respeita à política de colonatos; e a forma pouco hábil com que lidou com a Rússia, saindo, aliás, a perder em toda a linha no confronto que alimentou -- ou deixou alimentar -- com Putin, sem benefício para o Ocidente, mas certamente regalando alguns falcões e a indústria de armamento.

50 discos: 34. THE WALL (1979) - #4 «The Happiest Days Of Our Lives»



criadores & criatura



Bill Walsh, Floyd Gottfredson e Esquálidus / Eega Beeva


segunda-feira, janeiro 16, 2017

o que vai na cabeça de Trump

Não faço a mínima ideia. E ele, se calhar, também não. Impante do pragmatismo solerte que lhe deu a invejável aura cor-de-laranja do homem de sucesso tão do agrado dos basbaques das business schools cá da parvónia, em relação à União Europeia, continua na senda da campanha eleitoral.
A UE, ainda hoje desconsiderada em entrevista ao Times, é um concorrente agonizante que ousou engendrar uma moeda que concorre com o dólar. Não precisa do Trump para dar cabo de si própria, porque vai no bom caminho.
A NATO é um caso mais interessante. Parece que o eleito disse tratar-se de uma organização obsoleta, no que concorda com a aproximação à Rússia. Se se trata de bluff de casino para obrigar os europeus a alargar os cordões à bolsa, está bem visto. Veja-se a neofascistóide da primeira-ministra polaca, de braços abertos às tropas americanas deslocadas para a fronteira leste, mandadas por Obama, e que no fim-de-semana serão chamadas de volta às bases... Mas pode ser outra coisa: pode ser que Trump esteja genuinamente convencido, como parece estar, de que vivemos um período de guerra de civilizações, e que os russos, cristãos ortodoxos -- e de que maneira! --, são aliados naturais contra a barbárie islamita e, talvez na sua cabeça, contra o perigo amarelo. Neste caso, porém , já não me parece que os russos estejam assim tão interessados...
As próximas semanas vão ser interessantíssimas. Mas eu não acredito, por enquanto, que ele se atreva a acabar com a NATO, (ainda) não tem força para isso, se é o que quer fazer, o que também não me parece líquido.Aí sim, já veria alguns motivos de preocupação para os estados bálticos, e não só. 

arquivo: F - «(The) Fields Of Athenry» (Brier, 1990)


Em forma de poema, já verás, / Vai todo um código, secretas letras / De um alfabeto merovíngio ou afim;
António Franco Alexandre

sábado, janeiro 14, 2017

microleituras

O maravilhoso dos gestos quotidianos, sempre mais significantes so que deixa entrever um olhar apressado. Um singular olhar de fora para dentro.
Pedro Alvim, A Esfera dos Dias, Lisboa, Caminho, 1985. 









Primeiro poema:

Dia 1

Hoje não há leite.
O alumínio
não foi 
à flor do lume.

Que silêncio
quadrado
na cozinha!
Lá fora

-- um frio só
de rua fria.
Que risco

tão um
o número 
deste dia!

arquivo: E - «Eu Vi Este Povo a Lutar (Confederação)» (José Mário Branco, 1982)

Frederick Delius: «A Feira de Brigg -- Uma Rapsódia Inglesa»


(1862-1934)



Orquestra do Estado do Espírito Santo // Helder Trefzger

aequivo: B - «Blank Generation» (Richard Hell and The Voidoids)

só uma música

Chan Marshall (ou será a 'Cat Power'?) tem tudo para me irritar, a começar pela pose de lugar-comum indie, Paciência para neuróticos, só se forem do calibre dum Roger Waters. Dito isto, há qualidades óbvias e coisas boas em The Greatest (2006), como este «Love & Communication», a encerrar o disco.

quinta-feira, janeiro 12, 2017

arquivo: C- «Cantiga do Monte» (João Afonso & João Lucas, 2010)

a música nos funerais de Estado

Mozart, Chopin, Elgar, está tudo muitíssimo bem. Mas não deveria estar a música de um compositor português entre as escolhidas para as cerimónias oficiais? Um Luís de Freitas Branco, por exemplo, bolas. Esta negligência para com a cultura portuguesa é uma desgraça, a exemplo das desgraçadas elites. Como a música erudita portuguesa não tem expressão lá fora (talvez com excepção da do tempo dos Felipes), nós, como sempre parolos, nem nos lembramos dela.  

quarta-feira, janeiro 11, 2017

arquivo: B - «Baticum (Chico Buarque & Gilberto Gil, 1989)

chuva dourada

Esta perversão sexual que os serviços secreto russos terão arranjado ao Trump, segundo os seviços secretos americanos, não pagava para vê-la. Não por ser puritano, oh, não! Como diz o fado, perversões quem as não tem?; nem por a chuva dourada não fazer parte do rol das que me entusiasmam francamente, mas simplesmente porque me cheira -- aliás toda esta historieta dos hackers russos, pobres EUA, nas mãos de Putin... -- (cheira-me) que deve ter uma base semelhante à das armas de destruição maciça, que o Saddam tinha, como todos vimos.

arquivo: A - «Adeus ó Serra da Lapa» (José Afonso, 1973)


terça-feira, janeiro 10, 2017

Mário Soares e as bandeiras do PAIGC

Nada me dá mais prazer e estimula tanto -- a mim, que nunca fui soarista -- vir enaltecer o que Soares representou hoje, nas suas exéquias.
o 25 de Abril, no cravo vermelho que o filho, João Soares, trazia orgulhosamente à lapela;
a libertação dos povos africanos e, consequentemente, do povo português, carne para canhão dum regime criminoso, que Soares ajudou a derrubar, na presença dos presidentes de Cabo Verde e Guiné-Bissau;
o europeismo cosmopolita, com a evocação da cerimónia da adesão à CEE, no dia 12 de Junho de 1985 (por acaso, o dia dos meus 21 anos);
a atitude do PCP, que soube curvar-se perante a memória daquele que, corajosamente, defendeu comunistas e outros opositores nos tribunais plenários, diante dos homúnculos do regime;
a literatura, com a dicção impecável por Maria Barroso dum poeta do Novo Cancioneiro, Álvaro Feijó, morto muito jovem, creio que tuberculoso.
o beijo de Isabel Soares na bandeira nacional, que a leprosaria mental papagueia ter sido insultada por ele.
Ficou bem a Marcelo Rebelo de Sousa tentar ser pedagógico para com estes indigentes, mas eu prefiro a secura bruta de Ferro Rodrigues, ao referir-se-lhes como aquilo que são: fanáticos do ódio, que hoje tiveram de gramar mais uma manifestação de Abril. E foi bem feito.
E para ilustrar aquilo em que Soares foi grande, aqui vai mais uma foto, só para chatear: ele com Aristides Pereira, digníssimo sucessor do insigne Amílcar Cabral à frente do PAIGC, cujas insígnias marcaram comovidamente presença nas cerimónia fúnebres.

fonte

segunda-feira, janeiro 09, 2017

arquivo: C - «Countdown» (John Coltrane, 1960)

é só para chatear a canalha ressabiada

Samora Machel e Mário Soares, com Kenneth Kaunda, Lusaka, Junho de 1974

Dizem-me que o Facebook é o vomitório dos atrasos de vida do costume. Ora aqui vai o Soares com Samora, o tal de quem os racistas analfabetos de cá contavam anedotas, julgando ver-se ao espelho.
A foto é do DN, ilustrando uma entrevista cujo título é «"Tenho muita honra em ter participado na descolonização, diz Mário Soares"».

sábado, janeiro 07, 2017

arquivo: B - «Blues In The Night (My Mamma Done Tol'Me)» (Louis Armstrong & Oscar Peterson, 1957)

sempre do lado certo da História - depoimento de um não-soarista

Quem ande por aqui saberá que nunca simpatizei com Soares. Sempre me pareceu um homem de corte e demasiado sensível à lisonja. Também nenhum político em Portugal, depois do 25 de Abril, foi tão adulado quanto ele, na política e no jornalismo, por essa categorial assaz desprezível de criaturas a que os brasileiros dão o bem apanhado nome de puxa-saco.
Voltando a Soares, com quem estive pessoalmente algumas vezes, a primeira das quais era eu um adolescente parecido com o homem de meia-idade que sou hoje. Soares candidatava-se de novo a governante, à frente do PS, e queria ouvir os jovens, Lá fui a Nafarros, com o meu amigo e colega do Liceu de S. João do Estoril Paulo Campos, que por essa altura já transpirava política por todos os poros, Éramos cerca de dez, e eu fui fazer o papel do extremista da esquerda (pelo menos foi assim que fui entendido por uma jornalista presente, sabe-se lá porquê...). Soares e Maria Barroso, impecáveis, de enorme afabilidade e bonomia. Podia falar também das restantes três ou quatro vezes em que o encontrei, já no meu âmbito profissional, mas não tem grande interesse. 
O que me importa escrever, neste dia da sua morte, é que Soares, nas grandes linhas que definem a acção dum político, esteve sempre do lado certo da História, desde a juventude:
1. - na segunda metade da década de quarenta, jovem comunista, contra Salazar no MUD Juvenil e na candidatura de Norton de Matos;
2, - na luta contra o colonialismo português -- criminoso, como todos os colonialismos -- liderando, de resto, o processo de descolonização. A extrema-direita e os ressentidos do costume, que o vituperaram por causa da descolonização a que ironicamente chamaram exemplar, não tiveram nem têm a honestidade intelectual e/ou os dedos de testa suficientes para analisarem o momento histórico particular, interna e externamente, que o país e as colónias atravessavam. Isto para dizer que ninguém, poderia ter feito melhor do que ele e outros fizeram;
3. - no enfrentamento do sovietismo 'comunista' da miséria moral, dos candidatos a apparatchiks ou a polícia ou bufo, que sempre os houve em todos os regimes, e também a uns tipos cheios de acne revolucionário, que quarenta anos depois não passam de -- usando a boa linguagem da época -- serventuários do capital;
4. . finalmente, e já não é pouco: a liderança no processo de adesão à CEE, fundamental para a nossa liberdade política (ameaçada pelos sovietizantes, e inevitáveis oportunistas e idiotas úteis), e também para recuperarmos do atraso que quarenta anos de salazarismo nos deixou, cujos efeitos ainda hoje se fazem sentir na sociedade, com o seu baixíssimo nivel médio de instrução e sentido crítico, a começar pelas chamadas élites, políticas, académicas & outras.

Claude Debussy: O Mar - 1. «Da Alvorada ao Meio-Dia no Mar»


(1862-1918)


Orquestra do Festival de Lucerna / Claudio Abbado

sexta-feira, janeiro 06, 2017

oh, democracia...

Se o Eça de Queirós tinha razão quando defendeu -- em carta ao seu amigo Oliveira Martins, de apetências cesaristas -- que "a democracia a du bon"; e se não foi ainda desmentida a razoabilidade da conhecida asserção do Churchill, a verdade é que ela está pouco defendida dos demagogos e, dentre estes, os extremistas (Hitler, FIS, Irmandade Muçulmana).

Aparece agora uma nova categoria: a dos patetas que falam em nome do Crucificado de há dois mil anos, que era deus e simultaneamente seu filho, nascido duma mãe fecundada pelo Espírito Santo, que afinal era o pai, mas também era o filho -- trapalhada fascinante que tem ocupado os melhores espíritos, cuja luz, porém, atinge em cheio a mioleira desguarnecida de criaturas como o prefeito de Guanambi. Este, já não se contenta em falar em nome de deus, como alguns colegas do Congresso brasileiro, no triste caso da impugnação de Dilma Rousseff, transmitida urbi et orbi; mas afirma-se deus ele próprio. Um deus cujo diagnóstico poderá ser: 1) um espertalhão; 2) um maluquinho que devia estar internado. Em qualquer dos casos, um indivíduo sem qualidades para o lugar, eleito democraticamente. 

Oh, democracia, a que provas nos sujeitas!...










visto aqui

arquivo: A - «Autumn Leaves» (Cannonball Adderley)

quinta-feira, janeiro 05, 2017

quarta-feira, janeiro 04, 2017

terça-feira, janeiro 03, 2017

segunda-feira, janeiro 02, 2017

o bravo Gianni

Ontem, na RTP2, reencontro o Gianni Di Gregorio, em grande forma. Comédia simultaneamente desapiedada e ternurenta. Chegar às portas da velhice à caça das boazudas, Deus Nosso Senhor nos livre, que já bastou a puberdade.


arquivo: B - «Baba O'Rilley» (The Who, 1971)

domingo, janeiro 01, 2017

livros que me apetecem

O Arco-Íris do Instante, Adonis (Dom Quixote)
Cinco Homens que Abalaram a Europa, Jaime Nogueira Pinto (A Esfera dos Livros)
A Ira de Deus Sobre a Europa, J. Rentes de Carvalho (Quetzal)
Manual de Cardiologia, Fernando Pinto do Amaral (Dom Quixote)
SPQR -- Uma História da Roma Antiga, Mary Beard Bertrand)
Violência e Islão, Adonis (Porto Editora)







Arquivo: A - «All Shook Up» (The Jeff Beck Group, 1969)

criador & criatura(s)


Morris e Lucky Luke (e Jolly Jumper)

fonte